| Imagem: Ilustrativa |
Em mais de cinco séculos de realização, Romeu e Julieta tem
sido adaptada nos infinitos campos e áreas do teatro, cinema, música e literatura. Enquanto William Davenant tentava
revigorá-la durante a Restauração inglesa, e David Garrick modificava cenas e
removia materiais considerados indecentes no século XVIII, Charlotte Cushman, no século XIX, apresentava ao público uma
versão que preservava o texto de Shakespeare.
A peça tornou-se
memorável nos palcos brasileiros com
a interpretação de Paulo Porto e Sônia Oiticica nos
papéis principais, e serviu de influência para o Visconde de Taunay em seu Inocência, também
baseado em Amor de Perdição,
de Camilo Castelo Branco,
considerado o "Romeu e Julieta lusitano".
Além de se mostrar
influente no ultrarromantismo português e
no naturalismo brasileiro,
Romeu e Julieta mantém-se famosa nas produções cinematográficas atuais,
notavelmente na versão de 1968 de Zeffirelli, indicado como melhor filme, e no
mais recente Romeu + Julieta,
de Luhrmann, que traz
seu enredo para a atualidade.
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